A Economia da Fartura

Preciosas ferramentas. Crédito: Rob, Joyce, Alex and Nova @Flickr
Você já pensou que aquela furadeira que você tem esquecida em alguma prateleira escura poderia ser uma fonte de renda? Ou melhor: você já pensou que em vez de possuir uma furadeira você poderia facilmente alugar uma por um custo razoável, somente quando precisar dela? Talvez você já faça isso, a custo zero, pegando a do vizinho emprestada, mas imagine quantas ferramentas ao redor do mundo passam a maior parte da sua vida útil esquecidas em algum armário, subutilizadas.
Tradicionalmente os custos de transação para explorar economicamente esta capacidade ociosa seriam altos demais: anunciar o aluguel de uma furadeira, atender os interessados, agendar a retirada, correr o risco de nunca mais ver sua preciosa máquina. Porém a internet combinada a sistemas com usabilidade bem resolvida reduzem estes custos de transação, tornando operações assim (como faz o Openshed, na Austrália), não só possíveis como vantajosas para ambas as partes. Iniciativas como esta fazem parte do vem sendo chamado de consumo colaborativo, do qual a britânica Rachel Botsman é uma entusiasmada divulgadora.
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Este texto é assinado por Isabel de Meiroz Dias. O resto do texto inclui as seguintes secções:
- O consumo colaborativo
- Referência em mobilidade
- Dois modelos de consumo colaborativo
- Acesso
- Ponto-a-ponto
- O furo, ao invés da furadeira



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